Tenho visto imagens lindas no Facebook. As que me chamam mais a atenção são as mesas postas para o café da manhã, ou da tarde.
E as flores.
Flores encantam a vida, embora eu não tenha o hábito de comprá-las para enfeitar a casa.
Não gosto do cheiro das flores quando vão perdendo o perfume. Lembram-me velórios.
Não gosto de vê-las murchando, caindo sobre a jarra.
Gosto delas em vasos, bem fincadas na terra que as fortifica.
Ou no solo mesmo, o melhor lugar para elas.
(Arbusto, no sítio, nativo, não sei que flores são).
Flores enfeitam qualquer ambiente, sem dúvida. E evocam a vida.
Por isso, pela vida, colocamos flores nos caixões e as coroas simbolizam a eternidade, na sua forma de círculo.
Não sei dizer, com certeza, qual a minha flor preferida, embora minha queda maior seja pelas orquídeas.
(Replantadas, no sítio)
Há tanta flor, tanta cor, que me perco.
(Flor de cerejeira)
Por esses caprichos da natureza, as flores de alguns frutos ou legumes são deslumbrantes, nem sempre correspondendo ao aspecto ou gosto dos mesmos. Esta - acima - é a flor do quiabo.
E esta é a flor do pequizeiro, cujo fruto (pequi) não é bonito e para mim, tampouco gostoso.
E nem só de cactus vivem os terrenos áridos. Esta flor só nasce no deserto.
(Imagem
daqui)
E como comecei contando que vejo imagens lindas de mesa do café da manhã e flores, deixo esta imagem que para mim é linda, na sua simplicidade. Sem flores, mas com o aroma do café mais gostoso que existe. O de coador de pano.
Bom domingo!
(Não sabia, mas a Cristina me ensinou: esse suporte para o coador chama-se "mariquinha".)
Com obra de novo em casa. Desta vez, o alpendre/garagem, que já merecia uma reforma quando refiz (praticamente) a casa, há quase 2 anos. Mas uma reforma sempre se estende além do pretendido, então parei quando a parte interna terminou e agora refaço a parte de fora.
Para mim, indecisa no grau 10 e um marido que não opina em nada, "você é quem sabe", fica mais difícil ainda escolher.
Optei por uma cerâmica que tem peças com algum bordado, imitando desenho de ladrilho hidráulico e peças sem desenho nenhum. O bonito é compor tudo aleatoriamente, mas dentro de alguma lógica.
Cada embalagem vem com 9 peças, montadas sem uma quantidade igual de cada peça, o que traz até 4 de um só modelo. A cor da foto está mais para o rosado em alguns pontos, mas o certo é um tom clarinho de bege.
Aí uma pequena parte, sem rejunte ainda.
Para mim, que sou bem sem noção para essas coisas, foi difícil "paginar" essa composição, pois pelos números variáveis de peças, algum desenho mais uniforme que quis formar implicaria, depois, em não conseguir repetí-lo por falta das mesmas.
De todo jeito, gostei muito.
Foi uma deliciosa brincadeira ficar compondo as peças, "casando" os desenhos harmonicamente.
Os 5 modelos de peças:
http://pensandoemfamilia.com.br/blog
Sem dúvida, a vida de hoje é bastante diferente da vida do meu tempo de criança, adolescente, adulta jovem.
Com tanta tecnologia, as famílias têm uma nova visão da vida.
A comunicação hoje se faz num segundo, há excesso de informações, cada um vive num mundinho particular, absorvendo (nem sempre boas) novidades globais.
Da metade dos anos de 1970 para cá, houve uma revolução na comunicação e sabemos o que quisermos, através de textos, imagens, sons.
É tanto nome, tanta sigla, tantas possibilidades, que um aparelho surge em um ano e no outro já é quase obsoleto. Mudam, às vezes, apenas o tamanho e pronto, todos querem "aquele".
São tantas funções que a maioria não utiliza nem a metade delas, mas precisa ter seu moderno aparelhinho.
Então, vamos de computadores, câmeras de vídeo, CD's, DVD's, cartões de memória, pendrives, celulares, TV a cabo (ou com antena parabólica) e todas as outras possibilidades da tecnologia.
A internet e os celulares nos oferecem o mundo com os websites, as home pages, o podcasting, enciclopédias, tantos nomes em inglês, e siglas e "I" isso e aquilo.
Brinco que são Ipod, Inãopode, Ipede, Iquilo, uma loucura!
Não entendo e não preciso da maioria!
Mas, em contrapartida, é uma benção poder ver os netos através dos recursos das webcam's., do Skipe, ou apenas uma conversinha in box, no Facebook.
Para quem vive longe de pessoas da família, sem dúvida a tecnologia veio somar.
Só não entendo (ainda?) o prazer de trocar um livro (físico) pelo digital. Ler, para mim, é tocar no livro, virar as páginas, sentir o cheiro (da folha nova ou aquele cheiro característico do livro "velho").
E jamais trocar o prazer de estar na frente do computador pelo prazer de estar à solta, na natureza, apreciando o que tão generosamente temos à vista.
Ainda não entendo (nem sei se um dia entenderei) a necessidade de uma criança de 8 anos, por ex. (conheço casos de mais novas que isso) terem um celular.
Ou uma casa ter um aparelho de TV, DVD, som, para cada quarto de filho.
Ou que as crianças precisem de um laptop, ou um tablet.
Não importa que os pais possam comprar (muitos se sacrificam para isso), importa é que a criança está perdendo a vida para se enfiar nessa tecnologia que vai lhe dar, talvez, um pouco mais de conhecimento em tempo record, mas não necessariamente um amadurecimento que acompanhe essa "evolução". Além do que, como controlar, o tempo todo, o que sua criança vê ou lê no computador?
As famílias estão se modificando, sem dúvida, em nome da tecnologia.
Recentemente vi uma imagem, no Facebook, que estranhei e compartilhei por lá. Algumas pessoas comentaram que na casa delas era assim mesmo. A mãe no Facebook (por ex.), o pai trabalhando on line, o filho estudando...
E um apresentador de Tv famoso, dizendo que estava ele, a mulher e duas filhas, numa mesma sala, daí as mulheres começaram a rir (sem conversarem entre si, cada uma com seu laptop e ou sei lá que aparelhinho, nas mãos) e ele viu que estavam rindo da mesma coisa, que compartilhavam.
Claro que a imagem é exagerada, mas caminhamos para isso? (Esta era a imagem que vi no FB e encontrei hoje no blog da Chica e trouxe pra cá).
Meus netos já brincam com os aparelhos dos pais, antes mesmo dos 4 anos já passavam o dedinho pela tela, mudando a figura. A gente se encanta, mas é preciso muito cuidado contra os exageros.
Ainda mais que nada se fala sobre o que significa para o corpo humano ficar horas exposto a essas telinhas que, parecem, são hipnotizantes!
Aos pais de filhos pequenos, aconselho sairem mais de casa, deixando os tantos aparelhinhos guardados. Passear no parque, fazer uma excursão a uma cidadezinha perto, ir ao cinema, ao teatro, soltar pipas, tomar um sorvete.
Aos pais de filhos pré-adolescentes e adolescentes, monitorar o que os filhos estão vendo, ouvindo, escrevendo.
O melhor meio de comunicação é a oralidade, olhos nos olhos, de preferência sem a interferência de uma câmera.
O modelo de família pode ter mudado, mas o conceito de família, não.
E nada melhor para descrever a família do que a comunicação entre as pessoas, claro que cada uma com sua individualidade, mas todas inseridas no mesmo propósito, que é o de (com) partilhar o mesmo espaço.
Mais vale um abraço, uma conversa tête-à-tête, um beijo carinhoso, uma leitura antes do sono, do que um laptop nas mãos...(ou um tablet...ou um "I-qualquer-coisa"...)
Embora se pense que não mais conseguiríamos viver sem toda a tecnologia que existe, conseguiríamos, sim. E viveríamos muito melhor. (Talvez? rs)
(Visitem o blog da Norma - link acima - e conheçam os outros participantes da Blogagem Coletiva).
Não resisti e trouxe para cá. Acabei de ver, no Facebook. Um alerta para os jovens pais, que já foram criados em meio a essa tecnologia, mas não podem se esquecer do que realmente é importante.
Lendo muito. Muito em quantidade e a qualidade leva meu selo.
Óbvio que pesa a qualidade, não leio "porcarias", mas também não leio livros que me deixem "pesada".
Leitura para mim é, basicamente, distração. Leio sobre qualquer assunto, desde que a história me prenda.
Este ano li 7 volumes que falam dos Reis de França, denominados pela história francesa de " Os Reis Malditos". Os livros contam os fatos que aconteceram em parte dos anos 1300 , século XIV, Idade Média. Aborda os reinados de Felipe, O Belo, e seus descendentes. Livros de Maurice Druon, autor de "O menino do dedo verde", que muitos pensavam ser seu único livro. São 7 volumes, que podem ser lidos de maneira independente. (O rei de ferro, A rainha estrangulada, Os venenos da coroa, A lei dos varões, A loba da França, O Lis e o Leão e Um rei perde a França).
Li "O livreiro de Cabul", da jornalista norueguesa Asne Seierstad, que viveu por 3 meses com uma família afegã, logo depois da queda do regime talibã e conta a história de um livreiro, que apesar de ter bom ganho com suas livrarias trata a família com todos os preceitos do fundamentalismo islâmico. Incrível ver o que é a vida das mulheres afegãs, possivelmente até os dias de hoje.
Capitulei e li a trilogia 50 tons. Fiz até um post, mas ainda não quis publicá-lo. Gostei, com todos os erros do livro, a monotonia, o enredo bem pensado mas fracamente desenvolvido. Precisei ler, para poder falar do livro e entender o que levou a essa "histeria coletiva" das mulheres, que se encantaram por Christian Gray. Inclusive eu. Para mim, muito resumidamente, fiquei só com as história de amor entre os dois. O resto é bobagem discutir.
De Nicholas Sparks, autor de vários best-sellers da atualidade, cujos livros estão na ordem do dia, com histórias de amor açucaradas, que logo viram filmes, li "Um homem de sorte", que também já foi filmado, mas achei fraquinho demais, muito previsível, sem grandes emoções. (é dele o lindo "Diário de uma paixão").
Li o mais novo livro de Martha Medeiros, que já não surpreende com seu jeito, mas que continua escrevendo de uma maneira única, deliciosa. Um livro sobre as memórias das viagens que fêz pelo mundo, mas sem dar roteiros. Apenas o que passou nas viagens, suas impressões sobre os lugares por onde andou.
O livro chama-se "Um lugar na janela".
Agora engatei na leitura do livro da Danuza Leão, escrito em 2009, também sobre viagens: " De malas prontas", onde ela é mais específica, fala de hotéis, de passeios (dando nome de restaurantes, ruas, lojas, etc.), de preços, com a sua natural facilidade de quem conhece vários países, de muitas viagens. O livro aborda São Paulo, Berlim, Paris e Londres. São "causos" de viagens, também sem dar roteiros, sem pretender ser um guia. Uma Danuza ainda meio esnobe, nada a ver com a humilde colunista de jornal de hoje.
E tenho vários esperando sua vez: outro livro de MM, de crônicas, "Montanha russa";
"Sobre o tempo e a eternidade, de Rubem Alves;
"O outro pé da sereia", de Mia Couto;
"Nietzsche para estressados", de Allan Percy e
"Os últimos lírios do estojo de seda", de Marina Colasanti, comprados por mim, com algumas indicações.
E mais 2 que ganhei de aniversário: uma continuação de um livro lindo que li ano passado: "A esperança de uma mãe", de Francine Rivers, cuja segunda parte pode ser lida independentemente do primeiro e se chama "O sonho de uma filha"; e uma biografia da Princesa Isabel e seu marido, o Conde D'Eu, de Mary del Priore, "O castelo de papel".
Alguma dúvida de que ler é um dos meus hobbies preferidos? Nem é hobby, é uma necessidade mesmo!
Como falei do aniversário da minha Renata aqui, vou falar do aniversário, hoje, da minha primogênita, Fabiana. Acho que elas não gostam muito dessa exposição, mas vá lá. rs
Só para dizer que é muito bom ser mãe dela.
Que tivemos uma relação de mãe e filha, com todos os altos e baixos, acho que "cobrei" dela mais que dos outros, o mais velho tem vantagens e desvantagens.
Mas como sempre fui leal a mim mesma sei que fiz o melhor, igualmente.
Feliz aniversário, minha filha.
Que Deus continue abençoando-a grandemente.
Ela é mãe de 3 e por eles largou tudo, mas não abriu mão de nada, sabe que é temporário e que logo sua vida ficará menos voltada apenas para eles. E continua estudando, se qualificando, para um bom futuro profissional.
Adora ler, apaixonou-se pelo e-book (ao contrário da mãe) e até ganhou um de presente de aniversário, "sob protesto". rs
Parabéns e muitas felicidades, sempre. AMA!
(Eu, aos 2 anos e pouco e Carlos, com 1 ano. Faltou ele, na comemoração, ontem.)
Uma mistura de assuntos. Final de semana intenso, com muitas comemorações.
No dia 27, foi comemorado o dia da empregada doméstica. Categoria na qual me enquadro. A maioria das mulheres cumpre esse labor. Somos todas empregadas domésticas, e sem remuneração, o que é pior...Vem tudo no pacote, quando se monta uma casa.
Juntou quarto, sala, cozinha, banheiro, existe arrumação diária, existe responsabilidade sobre aquele local e quem ali mora.
Não adianta fingir que o pó não se acumulou num móvel.
Não adianta deixar sem correr vassoura e pano pela casa.
Não adianta pensar que vidros, espelhos, fogão, geladeira, armários,sejam autolimpantes, pois não são!
Organização, boa vontade, espírito aberto para dias monótonos, rotineiros, previsíveis.
Hora de levantar, hora de limpar, hora de cozinhar, hora de lavar, de passar, de enxugar, de ...
Então, se você não faz nada disso, agradeça a quem faz pra você. E lhe dê todos os direitos. Cumpra todos e deveres e exija dela que cumpra todos os dela, idem.
No dia 28, comemoração dupla: dia da sogra e dia do meu aniversário.
Meu aniversário é sempre dividido com minha irmã, na verdade, eu é que "me meti" na vida dela, nascendo na mesma data , quando ela comemorava 2 aninhos. Às vezes, bem humorada, ela fala que fui seu presente de aniversário. Nunca parei para pensar que foi um dia de dores para minha mãe. Não por minha causa, as dores foram do parto. E que foi um dia sem comemoração para a minha irmã, pois que nossa mãe estava no hospital. Não por minha culpa, de novo, mas do parto.
O que sei é que sempre ficamos juntas no dia, embora ela é que faça a festa, nem colaboro (já contei aqui, outras vezes...E continuo não colaborando. rs). Isso porque, por mim, não comemorava, então vou comemorar o aniversário dela.
Quero que seja sempre assim, que fiquemos juntas, seja quem esteja pagando a festa.
E, de brinde no dia, sempre tem o parabéns para a sogra, que nem é comemorado, visto que não sou uma sogra convencional. Sou uma sogra amada pelo genro e nora. Com um pouco de boa vontade, até pelo ex-genro. rs
E assim, de comemoração em comemoração, mais um ano se passou.
Agradecendo a Deus cada minuto da minha vida. Agradecendo os presentes que Ele me deu, o que faz de todos os meus problemas interiores uma gota d'água no mar de bençãos que é a minha vida.
Feliz aniversário para mim. Saúde, paz e amor, junto aos meus e a amigos, sempre queridos.
Li a chamada para essa blogagem no blog da Norma, e fiquei pensando em como não tenho um autor preferido. Nunca li muitos livros de um mesmo autor. Assim pensei. Mas quando comecei a responder a ela, lembrei-me, de estalo, de 3 autores dos quais li praticamente todos os livros e dos quais sou fã .
Sempre gostei de filmes e livros de amor. O romance sempre me encantou. Desde as fotonovelas.
Leio de tudo, do clássico ao moderno, gosto de leitura leve, detalhada, com pesquisa, baseada na realidade e com muito romance.
Atualmente, desde janeiro, leio uma série escrita por Maurice Druon (cujo livro mais conhecido é o delicioso "O menino do dedo verde", e de quem só conhecia esta obra). A série tem 7 volumes, que conta a história dos reis da França, na metade do século XIV, anos 1300 e pouco. "Os reis malditos". Um mundo fascinante, de corrupção, assassinatos, traições, jogo de poder, guerras, etc. tudo tão parecido com os dias de hoje! Então, Maurice Druon agora é um dos meus autores preferidos.
Realmente, os autores que li mais foram Irving Wallace, Harold Robbins e Sidney Sheldon.
Sidney Sheldon foi também roteirista de teatro e de cinema, escreveu as histórias de vários seriados, entre eles "Jeannie é um gênio" e o "Casal 20", de enorme sucesso na TV.
Em romances, dos vários que escreveu, o que mais gostei foi "O outro lado da meia noite" e "A ira dos anjos", histórias de suspense, intrigas, sensualidade na dose certa, amor, riqueza, etc. Nunca foi muito aceito pela crítica, por acharem suas histórias "comerciais", mas sempre foi best-seller.
Uma característica dos seus livros é que as protagonistas eram mulheres, a quem ele homenageava por serem "corajosas, talentosas, capazes e não perderem a feminilidade".
Ler Irving Wallace é passear por um mundo muito real, com riquezas de detalhes e uma visão do futuro.
Em 1964 publicou o romance "O Homem", que imaginava o que
aconteceria se um negro fosse eleito presidente dos Estados Unidos da
América...
Um dos melhores livros que já li é dele: "O sétimo segredo", a história (ficção) de Eva Braun, que não teria morrido junto com Hitler, e nem nas circunstâncias que a história conta. Fascinante, da primeira à última página.
Harold Robbins foi outro autor que me entreteve por muitos anos. A maioria dos seus livros viraram filmes famosos, na época de ouro de Hollywood. Um dos mais marcantes romances que já li foi dele, "79 Park Avenue".
Leio muito e nem me lembro da maioria dos livros que já li.
Os clássicos brasileiros, li a maioria: Machado de Assis, José de Alencar, Jorge Amado, Fernando Sabino, (O menino no espelho é um lindo livro), Erico Veríssimo, etc.
Geralmente leio um livro por indicação, ou porque o ganhei. Mas, curiosamente, não vou atrás de outras obras do autor, não necessariamente.
Sempre se tira uma lição de uma boa leitura, por mais simples que a história seja.
Nunca vivi nenhuma situação lida em um livro, mas bem que algumas gostaria de ter vivido.
Ler é um dos melhores benefícios que podemos fazer por nós mesmos.
Não sou de leitura "cabeça", nem gosto de livros de autoajuda, nem me encantei (ainda) por biografias, mas estou a caminho.
Atualmente estou encantada com uma autora americana, Francine Rivers, de quem li "A esperança de uma mãe", que tem continuação, recentemente lançada (O sonho de uma filha) continuando a saga de uma família de mulheres fortes.
Assim é que gosto, leitura baseada na vida real.
A arte (escrever, no caso) imita a vida ou a vida imita a arte?
Velha pergunta, sem resposta.
Ler é muito bom e depende exclusivamente do gosto pessoal. Não gostaria de ser leitora por obrigação de emprego.
Não sei se queria ser uma revisora ou tradutora, por mais que ler seja fascinante para mim.
(Para ler mais e encontrar sugestões de leitura, visite o blog da Alê).